Lançamento
Todo mundo poderá ver "Olga" nos cinemas a partir da próxima sexta-feira, dia 20. A próxima pré-estréia acontece em Gramado (RS), na abertura do Festival de Cinema, um dos mais tradicionais do país. Lá, vai ter barulho com o elenco e a equipe de produção do filme. Depois, o povo ainda vai para Porto Alegre (RS) para outra pré e os trabalhos terminam, por enquanto. Ainda vai rolar muita entrevista, TV etc. E nesta semana, começam a ser publicadas as matérias sobre o filme. Preparem-se!
Marcelo Bartolomei, especial para o UOL 13h29
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Agora é a vez do Rio
Contemplando a política de lançar "Olga" em várias capitais, a equipe do filme faz a primeira exibição para grande público na noite desta quarta-feira no Rio de Janeiro. O evento será no UCI do New York City Center, na Barra da Tijuca, e terá a presença do elenco e da produção, além da mega-estrutura como a armada em São Paulo.
Marcelo Bartolomei, especial para o UOL 20h03
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Mais de "Olga"
Nesta terça-feira, a "saga" continua: o elenco do filme prossegue na maratona de entrevistas, agora com veículos da mídia impressa, a partir das 10h.
Marcelo Bartolomei, especial para o UOL 02h24
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Encontro

Jayme Monjardim (no fundo, à esquerda) apresenta o filme "Olga" em sua pré-estréia em São Paulo, junto do elenco e de parte da equipe de produção.
Marcelo Bartolomei, especial para o UOL 02h23
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Profecia
Todo mundo queria ver “Olga”, filme que traz grande expectativa entre o público por colocar o Brasil, definitivamente, como parte da história mundial. Os primeiros indícios vieram pela manhã, na recepção do hotel Grand Hyatt São Paulo, antes de começar a maratona para a pré-estréia do longa-metragem. Um funcionário do grupo, que atendia a equipe de produção, já profetizava: “Todo mundo quer ver este filme”.
Pois é, cerca de 2.000 pessoas foram ao UCI do Shopping Jardim Sul para ver a primeira exibição para o público paulistano, lotando oito das 11 salas do complexo.
Corre-corre à parte, Jayme Monjardim (na foto, em entrevista a Otávio Mesquita) e o elenco percorreram sala a sala, falando sobre o filme, agradecendo à platéia e desejando boa sessão.
Marcelo Bartolomei, especial para o UOL 01h28
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Atenção
Às 21h20, começou a outra maratona: passar de sala em sala para
cumprimentar o público, cerca de 3 minutos para cada apresentação. Bruno Wainer,
diretor da Lumiére, que é co-produtora de “Olga”, entrava e apresentava
Monjardim, Camila Morgado e Fernando Morais. Às 21h40, passaram na sala 7, e
cerca de 10 minutos depois, todo o elenco e a equipe de produção se dirigiram à
sala 9, onde estavam artistas, cineastas e jornalistas numa concentração
vip.
Rita Buzzar, produtora e
roteirista, agradeceu aos co-produtores e aos patrocinadores por terem
possibilitado a realização de um “sonho pessoal”.
Marcelo Bartolomei, especial para o UOL 01h27
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Grande evento
Tendo Globofilmes e Lumiére como principais co-produtoras, “Olga”, de Jayme Monjardim, teve uma pré-estréia grandiosa. Cerca de 40 pessoas trabalharam na produção dos eventos, que começaram pela manhã com entrevistas e exibição para a imprensa e terminaram à noite com a apresentação ao público. Só no hotel, ficaram hospedadas 25 pessoas.
No lobby do complexo de cinemas, uma exposição de fotos do filme, cenas do making of em um “video wall”, pipoca e Coca-Cola receberam o público, na sessão que foi somente para convidados.
Após a exibição, aconteceria um coquetel patrocinado pela Credicard.
"Olga" custou, no total (produção e marketing), R$ 12 milhões, e será lançado nos cinemas no próximo dia 20 com 250 cópias.
Marcelo Bartolomei, especial para o UOL 01h26
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Overdose
Depois de apresentar o filme às salas, o diretor Jayme Monjardim, parte da equipe de produção, a atriz Camila Morgado e o escritor Fernando Morais não ficaram para ver o filme. Caco Ciocler, Osmar Prado e o restante do elenco permaneceram nas salas, para acompanhar a reação do público.
Quem saiu foi para o restaurante Giorno, onde foi servido um jantar após o cansativo dia do lançamento do longa. No dia anterior, quando a equipe chegou a São Paulo, o jantar foi no restaurante japonês Kino, que fica no hotel Grand Hyatt.
Marcelo Bartolomei, especial para o UOL 01h26
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Constelação
Fora os “arroz de festa” de sempre, uma sala do UCI foi lotada só com
vips. Entre eles, Bruna Lombardi (foto) e o marido, Carlos Alberto Ricelli;
Rodrigo Faro; Daniela Mercury; Preta Gil; Supla; Fernanda Tavares; Hector
Babenco; Isabela Fiorentino, Daniela Escobar e Reinaldo Lourenço, entre outros,
prestigiaram a pré-estréia de “Olga”.
Marcelo Bartolomei, especial para o UOL 01h25
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Política
Mais que presença ilustre, o senador Eduardo Suplicy (PT) passou pela
pré-estréia de “Olga” na segunda-feira (9), em São Paulo, para botar mais lenha
na fogueira sobre a polêmica apresentada em artigo de Elio Gaspari na
Folha de domingo (leia a íntegra).
Segundo Gaspari, os senadores
Sérgio Cabral e Eduardo Suplicy pediram a cassação do nome de Filinto Müller de
uma das alas da Casa, que ele integrou e presidiu em 1973.
Suplicy apareceu pouco antes das
22h, bem atrasado, e ao encontrar o autor do livro, Fernando Morais, discutiu a
questão. “Eu coloquei para a imprensa hoje que é importante que o filme crie
este tipo de polêmica”, disse o escritor.
Animado com o encontro (na foto,
os dois dão entrevista à jornalista Rosana Hermann, o senador extrapolou na
informalidade: pegou o ator Caco Ciocler no colo, de frente para as câmeras,
dizendo ter admirado a interpretação de Luís Carlos Prestes.
Rosana também postou notinhas
sobre "Olga" em queridoleitor.zip.net/, também aqui no UOL. Super!
Marcelo Bartolomei, especial para o UOL 01h24
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Literatura
Fernando Morais aprovou a adaptação de “Olga” para o cinema. Ao menos foi isso que o escritor disse na coletiva de imprensa, pela manhã, em São Paulo. Seu livro, segundo ele, vendeu 600 mil exemplares no Brasil e foi publicado em 21 países em línguas diferentes.
“Olga” ganhou uma reedição da Cia das Letras que já podia ser encontrada nas lojas no dia da pré-estréia, que aconteceu em shoppings da cidade, a R$ 38. Detalhe: a capa do livro foi reformulada e ganhou o cartaz do filme.
“O roteiro é fiel e as liberdades poéticas são poucas. Conseguiu manter a atmosfera do ser humano sem deixar de mostrar a militante Olga Benário”, disse.
“Campeão” das adaptações cinematográficas, Morais também falou sobre outros dois livros que chegarão aos cinemas: o enrolado “Chatô”, dirigido por Guilherme Fontes, e “Corações Sujos”, cujos direitos foram comprados por Cacá Diegues e Vicente Amorim.
Marcelo Bartolomei, especial para o UOL 01h22
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"Plástica"
Caco Ciocler incorporou psicologicamente e fisicamente seu personagem
em “Olga”, o revolucionário Luís Carlos Prestes. Segundo o ator, Osmar Prado
--que no filme vive Getúlio Vargas-- foi consultado por telefone quando ele fez
o teste para o papel.
“Ele não tinha nada a ver com o
papel. Eu disse isso a ele”, afirmou Prado.
“Estudei tudo sobre ele e tentei
entender como ele raciocinava. Aumentaram minha testa, cortaram minha barba, meu
cabelo, fizeram uma maquiagem que fez sombras no meu rosto e deixaram meus olhos
caídos. Não fiz acupuntura, como já disseram por aí, para ficar parecido com
Prestes”, disse Ciocler.
Pelo que os atores contaram, a
caracterização foi uma surpresa para todos da equipe. Em tempo: Olga tinha 1m75
e Prestes, 1m59, segundo eles, mas a altura poderia ser resolvida com truques de
câmera.
Marcelo Bartolomei, especial para o UOL 01h20
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Preparação
Para viver Olga, Camila Morgado (na foto, dando entrevista
para o "Vídeo Show" na noite de pré-estréia) perdeu 7 kg. Também se submeteu a
um treinamento militar de 10 horas por dia no Exército --onde aprendeu a atirar,
técnicas de defesa pessoal e disciplina militar-- e fez exercícios acompanhada
por um personal trainer. Aprendeu alemão e russo. A escolha da atriz, segundo
Jayme Monjardim, foi pela semelhança física e seus brilhantes olhos azuis. Eles
haviam trabalhado antes na minissérie da Globo “A Casa das Sete Mulheres”, que
também resgatava parte da história do Brasil.
A atriz, que faz sua estréia no cinema, disse ter ficado com medo de assumir
a responsabilidade. “Deu muito medo, mas era uma oportunidade de desenvolver um
trabalho belíssimo. Eu gosto de me superar a partir do medo”, disse.
Marcelo Bartolomei, especial para o UOL 01h19
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Emoção
Caco Ciocler disse que “Olga” foi o primeiro filme sobre o holocausto que o emocionou como judeu. “Como judeu, ‘Olga’ teve a capacidade de me emocionar como nada havia feito antes”, disse. Na cena em que ele e Olga estão no navio
que os trará ao Brasil, ele afirmou ter sentido mais que a atriz o impacto da
pergunta de um personagem, se ela era ou não judia.
Marcelo Bartolomei, especial para o UOL 01h18
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Coincidência
A produtora e roteirista Rita Buzzar jura que foi coincidência a estréia de “Olga” e os 50 anos do suicídio de Getúlio Vargas. “O filme demorou sete anos para sair”, afirmou na coletiva para a imprensa na manhã de segunda (9) em São Paulo.
Marcelo Bartolomei, especial para o UOL 01h17
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